Quando se trata de esportes de aventura a segurança nunca sai de moda. E no caso da tirolesa isso não é diferente.
No projeto de construção da tirolesa todos os fatores são pensados de forma a tornar a atividade eficiente e ao mesmo tempo segura.



Com um projeto bem estruturado, a maioria dos problemas são evitados com antecedência e o sistema de freio para tirolesa é determinante nesse sentido.

Mas, você sabe como funciona o sistema de freio de uma tirolesa? Sabia que existem vários deles?

Como funciona o Sistema de Freio Para Tirolesa?

O sistema de freio está ligado à velocidade do deslocamento do indivíduo ou objeto. E a velocidade, por sua vez, vai depender da tensão do cabo e ângulo da tirolesa, raio da polia e alguns outros elementos.

Para além disso, existem 5 principais sistemas de freio para tirolesa mais usados, sejam ou não suplementares:

1. Pequenos paraquedas: o sistema consiste em pequenos paraquedas acoplados ao indivíduo ou objeto em movimento. Seu objetivo é amaciar a descida de forma auxiliar, reduzindo também sua velocidade. É indicado que a resistência desses pequenos paraquedas levem em consideração o peso da pessoa e a inclinação da tirolesa, para que funcione bem;

2. Molas de compensação: as molas de compensação são acionadas ao final do percurso da tirolesa no ponto de frenagem. O objetivo é ajudar na parada e acionar algumas molas para compensar a aceleração do indivíduo até a total parada;

3. Perda por gravidade: esse é um meio ainda mais mecânico que consiste em regular o cabo principal da tirolesa com pouca tensão, fazendo com que a pessoa gradualmente pare pela força da gravidade;

4. Sistema Zip Stop: o sistema Zip Stop não é muito utilizado no Brasil, devido ao alto custo de aquisição. Ele consiste num acionamento mecânico que gera um grande campo magnético provocando a frenagem. O sistema é muito utilizado em casos de emergência;

5. Controle por monitor: este freio é padrão, como medida extra de segurança, independente da existência de outros adicionais. Controlado por um profissional que pode acioná-lo a qualquer momento, o sistema não depende da orientação ou peso da pessoa na tirolesa.

Freio leve, seguro e de qualidade

Seja qual for o sistema de freio, a experiência do usuário deve sempre ser levada em consideração. É essencial o uso de equipamentos normatizados e adequados a cada tipo de tirolesa, além de frequente inspeção e boas práticas de uso para que tais materiais não se desgastem tanto com o tempo.

Um freio deve ser leve e seguro, amaciando o contato do equipamento com a pessoa. Além disso, independente do sistema de freio, ele sempre deve ter um backup além do freio principal, como medida extra de segurança, um exemplo são as redes de segurança.

Trabalhar com equipamentos sempre revisados e em boas condições de uso deve ser prioridade número um de qualquer empresa, visto que uma queda ou acidente em altura e em alta velocidade pode ser fatal.

Portanto, além de equipamentos de qualidade, a equipe, desde a montagem, manutenção e controle da tirolesa, deve ser do mais alto nível, com preparo e agilidade para lidar com todo e qualquer tipo de situação.